sábado, 10 de setembro de 2016

O MENINO AZUL - CECÍLIA MEIRELES

POESIA - O MENINO AZUL 



O menino quer um burrinho

para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.

O menino quer um burrinho

que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores
— de tudo o que aparecer.

O menino quer um burrinho

que saiba inventar
histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.

E os dois sairão pelo mundo

que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.

(Quem souber de um burrinho desses,

pode escrever
para a Rua das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)


Editora: Global Editora 

Até a proxima!!!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

O Hino da Independência é um dos símbolos oficiais da Republica Federativa do Brasil.
Foi escrita por Evaristo da Veiga e a música composta por  Imperador D.Pedro I, logo após
 "O Grito do Ipiranga".






Espero ter contribuído!!!



07 DE SETEMBRO - DIA DA INDEPENDÊNCIA

07 DE SETEMBRO DE 1822 - DIA DA INDEPENDÊNCIA 


    Em 07 de setembro de 1822, em São Paulo, ás margens do Riacho do Ipiranga, o Príncipe Regente D. Pedro I, que fora deixado no Brasil pelo seu pai, D. João VI, ao regressar para Portugal, proclamou a "Independência do Brasil", com brado e se tornou um personagem importante da História do Brasil.

Contexto Histórico

      Nada se faz, importante, de um momento para outro. As grandes realizações de uma nação são ganhas pelas lutas de seus filhos.
     A Independência do Brasil, que se consumou em 7 de Setembro de 1822, vinha sendo trabalhada pelos patriotas há muitos anos. Dom Pedro I se recusou a retornar para Portugal e sua presença no Brasil atrapalhava os interesses portugueses, porém o Príncipe Regente também sofria pressões da elite brasileira que estava ardentemente ansiosos pela independência do país.

Abril de 1822

     Um jornal brasileiro relatava abertamente ao Príncipe o caminho da independência, dizendo-lhe "Não despreza a glória de ser o fundador de um novo Império"

1º de Agosto de 1822

     José Bonifácio redigiu um manifesto às nações amigas solicitando que continuassem a manter relações diretas com o nosso País e criticou abertamente o sistema de administração colonial de Portugal. E as agitações  políticas em São Paulo exigiram a presença de D. Pedro I, que viajou para São Paulo.

7 de Setembro de 1822

      Na ausência do Príncipe, chegaram os despachos de Lisboa, com algumas medidas, entre quais a determinação de submissão D. Pedro I a Lisboa e que fosse assistido por um Ministério nomeado pelo próprio rei de Portugal.  
   Imediatamente, a Princesa Leopoldina e José Bonifácio, enviaram os despachos de Lisboa, juntamente com cartas recomendando a independência. O mensageiro encabido de  entregar as cartas, encontrou D. Pedro I, nas proximidades do Riacho do Ipiranga, após retornar de uma viagem a Santos. Neste local, o Príncipe Regente D. Pedro I, proclamou a "Independência do Brasil", com o famoso grito: "Independência ou Morte!". O momento histórico ficou conhecido como "O Grito do Ipiranga".



Espero ter contribuído!!!


sábado, 27 de agosto de 2016

VÍDEO - O CURUPIRA

CURUPIRA

       O curupira é um personagem do folclore brasileiro que  protege as árvores, plantas e animais das florestas contra os caçadores, lenhadores que destroem as matas de maneira predatória. E para proteger as matas, o curupira é pequeno, possui cabelos vermelhos, emite sons e assovios agudos e tem os pés invertidos para deixar as pegadas enganosas para confundir os caçadores e lenhadores.





Espero ter contribuído!!!

domingo, 21 de agosto de 2016

ATIVIDADES - LENDA BOI-BUMBÁ


Olá leitores, nesta postagem irei compartilhar atividades de alfabetização para complementar a leitura da lenda do BOI-BUMBÁ.




ATIVIDADES PARA CADERNO DE CLASSE






Espero ter contribuído!!! 


LENDA - DO BOI-BUMBÁ



          Conta a lenda que um fazendeiro que tinha um boi de raça, forte e bonito, e querido por todos e que, sabia dançar. Na fazenda tinha um trabalhador chamado João, que era encarregado de cuidar do boi Bumbá e era casado com Catarina. 
        Catarina estava grávida e sentiu o desejo de comer a língua do boi e João ficou desesperado, e com muito medo de Catarina perder o filho que esperava, ou nascer com cara de boi, caso o desejo de Catarina não fosse atendido.
         João resolveu então roubar o boi de seu patrão para atender o desejo de sua esposa Catarina. Quando o fazendeiro percebeu o sumiço do boi e de seu empregado João, mandou imediatamente os vaqueiros procurá-los, mas não encontraram. Então o fazendeiro pediu ajuda  aos índios para encontrar o seu boi e o João. 
          Os índios encontram João e o boi e levaram a presença do fazendeiro e nesse período que ficou fora da fazenda o boi havia adoecido. O fazendeiro interrogou João e descobriu o porque ele tinha levado o boi. 
         Sendo assim os pajés foram chamados para curá-lo, depois de várias tentativas, os pajés conseguiram curar o boi, que se levantou e começou a dançar alegremente. O fazendeiro ficou tão feliz que perdoou João e resolveu dar uma festa em homenagem ao seu boi.
              
BOI BUMBÁ

A LENDA DO BOI BUMBÁ TAMBÉM É CONHECIDA COMO:

  • A LENDA DO BUMBÁ MEU BOI;
  • BOI BUMBÁ;
  • BUMBÁ MEU BOI.
       O Bumbá Meu Boi é uma das festas folclóricas mais tradicionais do Brasil. Ela consiste numa dança acompanhada por músicas regional, onde um homem vestido de boi realiza várias coreografias. E no mesmo momento ao redor do boi surgem personagens típicos como padre, cobrador de impostos, escravos, capitão do mato e boiadeiro. E por onde o boi passa os moradores acompanham o Boi-Bumbá vestidos de vaqueiros.
        Durante apresentação o boi é morto e logo em seguida é ressuscitado por um puxão no rabo e volta a dançar alegremente. Uma das características da coreografia é onde o boi abaixa e levanta a cabeça de maneira desorientada sobre os demais personagens.


CURIOSIDADE

                 EM  CADA PARTE DO NOSSO PAÍS, O BOI TEM UM NOME DIFERENTE:

  • Amazonas e no Pará - Boi-Bumba;
  • Maranhão - Bumbá-meu-boi;
  • Rio Grande do Norte - Boi Calemba;
  • Paraíba - Cavalo Marinho;
  • Espírito Santo - Bumbá dos reis ou Reis de boi;
  • Rio de Janeiro - Boi Pintadinho;
  • Santa Catarina - Boi de mamão e
  • Rio Grande do Sul - Boizinho.

Espero ter contribuído!!!

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

CANTIGA DE RODA - A BARATA DIZ QUE TEM...

 TRECHO DE UMA CANTIGA DE RODA

A BARATA DIZ QUE TEM...



      Utilizar trechos de cantigas de roda em atividades permanentes na alfabetização ajuda as crianças utilizarem estratégias, como antecipar, verificar para reconhecer à escrita nos versos, mesmo não sabendo ler convencionalmente.
         As cantigas de roda devem fazer parte de um repertório conhecido pelas crianças. Além disso, também serve para desenvolver habilidade de localização de palavras, ou seja, é por meio dessa atividade que as crianças aprendem a  localizar palavras dentro do próprio texto. O professor deve e pode utilizar dessa estratégia, para contribuir no desenvolvimento da leitura e escrita.



Espero ter contribuído!!! 
Até mais :)

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

LENDA DO SACI PERERÊ

FOLCLORE BRASILEIRO

LENDA E ATIVIDADES PARA ALFABETIZAÇÃO







Espero ter contribuído!!!

sábado, 6 de agosto de 2016

PROJETO ANIMAIS - ALFABETIZAÇÃO

 ATIVIDADES PARA PROJETO DE ANIMAIS.


















 Espero ter contribuído!!! Até mais :)










sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A LENDA DO CURUPIRA

A LENDA DO CURUPIRA

CURUPIRA PROTEGE AS MATAS E OS ANIMAIS, APARECE COMO UM ANÃO VERDE COM O CABELO DA COR DO FOGO E OS PÉS VIRADOS PARA TRÁS.







Espero ter contribuído!!!


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

TREM DE FERRO DE MANUEL BANDEIRA.

TREM DE FERRO 




Café com pão
Café com pão
Café com pão

Virge Maria que foi isso maquinista?

Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
(trem de ferro, trem de ferro)

Oô...
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
Da ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!
Oô...
(café com pão é muito bom)

Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficiá
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matar minha sede
Oô...
Vou mimbora vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...

Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
(trem de ferro, trem de ferro)

Manuel Bandeira

Espero ter contribuído!!! 


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

DICA DE LEITURA - A BOLSA AMARELA.

DICA DE LEITURA!!!

A BOLSA AMARELA - LYGIA  BONJUNGA





A Bolsa Amarela, de Lygia Bojunga Nunes, é um livro infantojuvenil que atravessou o tempo e permaneceu atual. A sua primeira publicação foi feita em 1976. A história contada pela autora fala de forma direta e também simbólica sobre aqueles desejos guardados que não encontraram espaço para viverem à luz do dia.



Narrado em primeira pessoa, esse texto nos envolve e nos faz cúmplices dos dramas e aflições de Raquel, uma garota sensível, criativa e profundamente solitária.


É com uma linguagem simples e precisa que Lygia chega no leitor. Nada de recursos artificiais, nada de arrogância. A narrativa vai pela via da verdade e do afeto, tocando num assunto delicado e universal, o recolhimento e as tentativas de defesa diante da hostilidade e incompreensão alheias.